Seminarista Diogo Martinho: Cada chegada, uma partida

As chegadas são sempre mais fáceis do que as partidas. Por isso o nosso Deus se fez e faz uma Pessoa que veio, vem e virá sempre ao nosso encontro. É com este pensamento que completo 10 anos de vida em comunidade de seminário.
Pedimos muito a Deus. Estamos constantemente a pedir-lhe. Para mim, agora, é tempo absolutamente propício para dar graças. Se, ao longo destes 10 anos, fui pedindo muito, a verdade é que devo dar graças antes de mais por Ele não me ter concedido tudo o que lhe pedi. A minha vontade é naturalmente imperfeita e por isso rezo, como todos os cristãos, “seja feita a Vossa Vontade” e não a minha. Mas o que é facto é que foram incontáveis as Graças que recebi ao longo de todo este tempo, da parte d’Ele.

Falando concretamente do último semestre deste ano, tal como no primeiro, houve gente que me dedicou boa parte do seu tempo, para que eu possa vir a ser um melhor servidor desta Alegria do Evangelho. Agradeço, de forma especial, aos professores: ao senhor cónego Manuel Leal, que me deu algumas luzes daquilo que é a Espiritualidade Sacerdotal; ao senhor padre Diamantino Alvaíde, que me falou deste nosso interior peculiar e de como cá fazer despertar a Evangelização; ao senhor cónego Joaquim de Assunção, que me apresentou o que de melhor há nos Cânones; ao senhor padre Ângelo, pelo fabuloso itinerário do nosso Seminário Temático. Faltam ainda dois senhores cónegos (Manuel Melo e Joaquim Dionísio) a quem, por serem repetentes na missão, transmito, também, um obrigado redobrado. Houve ainda mais gente que, de uma ou outra forma, deixou um pouco do seu “perfume” neste frágil “vaso” que sou. Agradeço a todos, mas, para não correr o risco da omissão (ainda que involuntária) não os elencarei.

Sou um seminarista na fase final desta etapa, mas temos, graças a Deus, alguns outros que vão querendo trilhar caminhos parecidos com o meu, procurando fazer a Vontade do Pai. A esses, quero deixar uma palavra de muitíssima amizade e companheirismo. Agradeço por tudo o que, com eles, vivi e partilhei (e são tantas as coisas) e, no que eu puder, que saibam que podem contar comigo.
Vemo-nos por aí, “sob o manto” da Mãe, na fidelidade de Filhos de Deus.

Diogo Martinho, Seminarista do VI Ano,
in Voz de Lamego, ano 88/31, n.º 4468, 3 de julho de 2018

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