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17

Set

2014

Apresentação do Plano Pastoral Diocesano - 27 de setembro

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No próximo dia 27 de Setembro decorrerá no Seminário Maior de Lamego a apresentação do plano pastoral diocesano para o ano 2014/2015 como o seguinte programa:

            9.30 – Acolhimento

            10.00 – Apresentação da Carta Pastoral do nosso Bispo, D. António Couto

            11.15 – Apresentação do plano pastoral diocesano

            12.00 – Celebração de Envio

                        - Almoço

Esta iniciativa é especialmente dirigida aos agentes pastorais da nossa diocese, particularmente os Sacerdotes, os membros dos Conselhos Pastorais (Diocesano, Arciprestais, Paroquiais), Comunidades de Religiosos/Religiosas e Responsáveis pelos Movimentos Eclesiais.

Com esta apresentação pretende-se favorecer um entendimento comum das linhas pastorais a implementar e uma envolvência mais empenhada na sua concretização.

Agradece-se alguma indicação antecipada de presença, de modo a facilitar as previsões para o almoço.

José Manuel Melo, Coordenador da Pastoral

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4280, de 16 de setembro de 2014

 

17

Set

2014

Tomada de Posse de novos párocos

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No dia 14 do corrente mês, o Pe. Tiago Cardoso deu entrada nas Paróquias de Granjal (9.00h), Quintela da Lapa (10.30h), Segões (12.00h), Alhais (15.00h) e Lamosa (18.00h).

No próximo dia 21, o Pe. Jorge Henrique Saraiva entrará na Paróquia de Ester, às 15.00h e na Paróquia de Parada de Ester, às 17.00h.

No domingo seguinte, dia 28: O Pe. Vítor Taveira dará entrada na Paróquia de São Cristóvão de Nogueira, às 15.00h; e na de São Tiago de Piães, às 17.00h.

Pe. José Fonseca (Zeca) entrará nas Paróquias de: Barreira, às 9.00h; Chãs, às 10.30h; Muxagata, às 12.00h; Santa Comba, às 15.00h.

No dia 05 de Outubro haverá as seguintes entradas: Pe. André Pereira, nas Paróquias de Faia, às 09.30h; de Penso, às 11.00h; de Vila da Rua, às 15.00h; de Vila da Ponte, às 17.00h.

Pe. António Morgado, na Paróquia de Travanca, às 15.00h.

Pe. José Augusto Cardoso, na Paróquia de Fornelos, às 17.00h.

Que a entrada nas respetivas paróquias seja tempo favorável para os próprios e para as comunidades para as quais são enviados, para viver e anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, nesta porção do Povo de Deus que é a Diocese de Lamego.

in VOZ DE LAMEGO, n.º 4280, de 16 de setembro de 2014

 

17

Set

2014

Novo livro de D. António Couto - Os desafios da Nova Evangelização

Os Desafios da Nova EvagelizaçãoSugestão de leitura da Voz de Lamego (16 de setembro de 2014):

OS DESAFIOS DA NOVA EVANGELIZAÇÃO
Autor: D. António Couto, bispo de Lamego
Este livro aborda diversas questões referentes ao tema da nova evangelização, tendo como guia o bispo de Lamego, D. António Couto, que participou do Sínodo que em 2012 refletiu esta questão essencial na Igreja Contemporânea tendo como seu resultado mais visível a exortação Evangelii gaudium. D. Couto, no seu estilo sempre profundo e poético, fala do antes, durante e depois do Sínodo, com um comentário especial à exortação do Papa Francisco.
Um livro com um tema de grande atualidade, que se destina a todos os cristãos e que vem enriquecer a coleção de livros já publicados por D. António Couto com a Paulus Editora.

 

16

Set

2014

Colégio de Arciprestes e o novo Ano Pastoral

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No passado dia 12 de setembro, o Colégio de Arciprestes, reuniu, na Casa de São José, na cidade de Lamego, centrando particular atenção no lançamento do novo ano pastoral.

Com a presença dos Arciprestes e Vice Arciprestes, do senhor Vigário Geral e do senhor Pró Vigário Geral, presidiu, como habitualmente, o Sr. Bispo, D. António Couto, que tomou a palavra durante o momento da Oração inicial, sublinhando a necessidade de sermos verdadeiramente aprendizes de Jesus, procurando iluminar a nossa vida com a Sua presença, para sairmos e O levarmos aos outros. O Evangelho revela-nos o mistério de Deus, justo e bom, e faz-nos sair ao encontro dos outros (cf, Ro 1, 16-17).

O reverendo Pe. José Manuel Melo, responsável diocesano da pastoral, apresentou as linhas gerais do Plano Pastoral Diocesano, que acolhe sugestões dos vários arciprestados e movimentos eclesiais, serviços diocesanos, com os tempos fortes a valorizar, do Advento e Natal, Quaresma e Páscoa, Semana (dia) da Família, da Juventude, dos Idosos, do Doente…

O próximo triénio estará sob a ambiência da Família, cujos Sínodos dos Bispos, Ordinário e Extraordinário, se realizarão em Roma em 2014 e em 2015, respetivamente, procurando encontrar respostas que vão de encontro às preocupações, dificuldades e anseios das famílias no contexto atual. Depois da auscultação às dioceses e paróquias do mundo inteiro, com o instrumento de trabalho disponibilizado pelo Vaticano, é agora tempo das comunidades aprofundarem em conjunto as questões, com ousadia, em atitude de humildade e serviço, sempre na predisposição de seguir Jesus Cristo: acolher a pessoa concreta, com o seu sofrimento e os seus sonhos, as suas dúvidas e esperanças, as suas tristezas e alegrias.

20140912_112114A planificação pastoral continuará agrafada ao “IDE”, conforme sublinhou o Senhor Bispo, na dinâmica acentuada pelo Papa Francisco que desafia os cristãos a percorrerem as periferias existenciais, no cuidado dos mais frágeis e desprotegidos. A Igreja, centrada em cristo há sair ao encontro das 99 ovelhas que andam afastadas. Discípulos missionários. Acolher, viver Jesus Cristo e sair a anunciá-lo a todas as pessoas, em todos os ambientes.

O triénio desdobrar-se-á do seguinte modo: ano pastoral de 2014/2015 – Ide e construi com mais amor a família de Deus; ano pastoral de 2015/2016 – Liturgia e Oração; 2016/2017 – Ide e levai/anunciai a Palavra de Deus. Envio de Jesus – Ide e fazei discípulos (Mt 28,19), envio a construir mais família, em ambiência de oração que nos abre à família de Jesus, e tendo sempre como objetivo levar o Evangelho a todas as nações.

Neste primeiro ano, a temática da família, com a luzes e as sombras, com o caminho que poderemos e deveremos percorrer para melhor vivermos e anunciarmos Jesus, com tempos de formação voltados para a família, na preparação do batismo e do matrimónio, nas Bodas de Prata e de Ouro Matrimoniais, numa presença mais afetiva por ocasião dos funerais, a catequese paroquial. Promovendo ocasiões para que as famílias se encontrem, rezem em conjunto, debatam preocupações, testemunhem a partir das suas famílias, celebrem, abrindo-se sempre à família mais alargada de Deus.

De sublinhar, entre outras oportunidades pastorais, o próximo dia 27 de setembro, Dia da Igreja Diocesana, destinado a apresentar o Plano Pastoral às pessoas mais empenhadas na dinâmica pastoral, sacerdotes, membros dos conselhos pastorais, paroquiais, arciprestais, diocesano, membros de conselhos económicos, catequistas, movimentos eclesiais, grupos corais, jovens.

Uma iniciativa acolhida com grande expectativa: CATEQUESES QUARESMAIS, preparadas e a proferir por D. António Couto, a partir da Sé Catedral, nos Domingos da Quaresma, pelas 17h00 da tarde, com a participação presencial, mas com a possibilidade, através de diversas plataformas tecnológicas, de juntar comunidades, grupos, movimentos, em outros locais da Diocese para que tenham acesso às catequese, em direto ou em deferido.

Outra oportunidade: a celebração da Solenidade de São Sebastião, Padroeiro da Diocese de Lamego, no dia 20 de janeiro, valorizando-o com encontro/iniciativa cultural e formativa, e com o solene Pontifical na Sé Catedral.

No âmbito do Centenário das Aparições de Fátima, no ano de 2017, a passagem da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima entre os dias 26 de julho e 9 de agosto de 2015. Será um momento de particular mobilização dos fiéis desta mui nobre Diocese de Lamego, como o será nas outras Dioceses portuguesas.

As reuniões e os encontros de movimentos, serviços ou departamentos de pastoral têm como fito congregar esforços, coordenar iniciativas, agilizar a proximidade entre pessoas e entre comunidades, chamando mais pessoas, para que mais pessoas sejam enviadas a testemunhar a alegria de ser cristão.

 

 in Voz de Lamego, n.º 4280, de 16 de setembro de 2o14

 

09

Set

2014

Homilia de D. António Couto na Solendiade de Nossa Senhora dos Remédios

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A IGREJA DE SANTA MARIA ONDE ELA NASCEU

 

  1. Neste dia 8 de setembro, o calendário litúrgico assinala a Festa da Natividade da Virgem Santa Maria. Dito por outras palavras: celebramos hoje o dia do nascimento de Nossa Senhora. Sem esquecer esta tonalidade festiva do aniversário natalício de Maria, a Diocese de Lamego, no âmbito deste Santuário e da cidade de Lamego que o envolve, tem motivos acrescidos para fazer subir os índices da sua alegria, pois celebra hoje também a Solenidade de Nossa Senhora dos Remédios, Padroeira principal da nossa cidade.
  1. Sendo a Padroeira principal da nossa cidade, Ela é também a Casa, a Mesa, o Pão, a Porta principal da nossa cidade. Ela é a Senhora da nossa cidade. Ela é a Mãe. Ela é o Coração. Ela é até, está bom de ver, o ganha-pão da nossa cidade. Ela é figura e porta-voz do essencial. Ela tem cumprido bem a sua missão de Padroeira, velando todos os dias por esta cidade, acolhendo aqui todos os que a ela acorrem com as suas dores e… com as suas flores. Ela tem honrado e dignificado o Padroado. Amados irmãos e irmãs desta nobre cidade, vamos ter de nos perguntar também se temos feito tudo o que devíamos fazer para honrar e dignificar a nossa Padroeira, figura e porta-voz do essencial, ou se andamos por aí perdidos e entretidos, figuras e porta-vozes do acidental.
  1. Queridos peregrinos, irmãos e irmãs, que hoje, vindos de perto e de longe, demandastes este Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, sede bem-vindos. Rezo para que encontreis aqui, no regaço maternal de Nossa Senhora dos Remédios, o alívio e o alento que procurais. Mas permiti, amados irmãos e irmãs, dado que passa hoje o dia do aniversário natalício de Maria, que vos convide a fazer comigo, agora mesmo, uma peregrinação ao local onde ela terá nascido. Estamos já na cidade santa de Jerusalém. Entrai comigo pela Porta oriental da cidade velha, chamada «Porta dos Leões», mas também chamada pelos cristãos «Porta de Santo Estêvão» [o seu martírio aconteceu ali nas imediações, fora da cidade], e pelos árabes e cristãos Bab Sittna Maryam, que significa «Porta de Nossa Senhora Maria».
  1. Acabados de entrar por esta «Porta de Nossa Senhora Maria», estamos no quarteirão muçulmano da cidade velha de Jerusalém, e estamos também no início da bem conhecida Via Dolorosa. Entrada a «Porta de Nossa Senhora Maria» e postos os pés na Via Dolorosa, vemos logo à nossa direita e mesmo à flor da Via Dolorosa, um grande edifício que transporta nas suas entranhas uma longa, dorida e bela história. Entrai então comigo no átrio desse edifício. Mal entramos, damos logo com os olhos na Igreja românica de Santa Ana, uma construção dos Cruzados, que remonta ao ano 1130, que os muçulmanos ocuparam em 1192, e não destruíram, pois a transformaram em escola corânica. O sultão turco otomano Abdul Megid doou-a ao Governo francês em 1856, após a guerra da Crimeia. E em 1878, o governo francês confiou-a aos cuidados dos chamados Padres Brancos ou Padres de África, em cuja posse e desvelo ainda hoje se encontra. Entrai comigo então na Igreja de Santa Ana, e cantemos ali uma Ave-Maria: primeiro, porque Santa Ana é, como sabeis, a mãe de Nossa Senhora, e é nesta Igreja austera, mas espaçosa, que a memória do nascimento de Maria é evocado; segundo, porque estamos na Igreja com a melhor acústica do mundo, e cantar ali é um privilégio; terceiro, porque com o nosso canto, à nossa maneira, manifestamos também a nossa comunhão com os sofridos cristãos palestinianos (e de todo o Médio Oriente), que hoje, rodeados por muitos peregrinos idos do mundo inteiro, celebram ali, ao jeito oriental, com explosiva alegria, a Festa da Natividade de Nossa Senhora.
  1. Descei agora comigo as escadas que conduzem à cripta que guarda várias grutas, numa das quais é venerado o nascimento de Nossa Senhora. Sim, este lugar assinala a casa de S. Joaquim e de Santa Ana, e o nascimento de Nossa Senhora. Aqui, neste humilde lugar, os primeiros cristãos se reuniam para celebrar o mistério do nascimento de Maria. A documentação midráshica e litúrgica popular e comemorativa (este género de literatura respeita sempre a «localização» dos acontecimentos), firme desde o século II, é unânime em assinalar o nascimento de Maria na colina de Bethesda [= «Casa do Amor»], imediatamente a norte da esplanada do Templo, num local próximo da piscina gémea de Bethesda ou Probática [«das ovelhas», onde eram lavadas as ovelhas que iam ser sacrificadas no Templo], onde Jesus curou o paralítico (João 5,1-2). Este lugar foi paganizado pelo Imperador Adriano (117-135). No século V, mas sempre antes do ano 427, os bizantinos construíram aqui uma bela e ampla Igreja, com o nome de «Igreja de Santa Maria onde Ela Nasceu». Digo antes do ano 427, porque, neste ano, o Imperador bizantino Teodósio II proibiu o uso, até então muito comum, de se ornamentar os pavimentos com Cruzes, porque achava indigno que se calcasse a Cruz de Cristo. Ora, a arqueologia encontrou vestígios do pavimento desta Igreja com Cruzes gravadas. Foi destruída pelos Persas em 614, foi ainda reconstruída, para ser destruída pelos muçulmanos em 1010, e não foi mais reconstruída. Quando os Cruzados chegaram a Jerusalém, em 1099, ainda reconheceram o local, cuidaram dele, assinalaram-no devidamente, mas optaram por construir por cima, num plano mais elevado, como já vimos, a Igreja de Santa Ana.
  1. Foi aqui, em Jerusalém, que desde os alvores do cristianismo, se começou a celebrar a Festa da Natividade de Nossa Senhora, que chegou depois a Constantinopla e se espalhou pelo Oriente. O Papa Sérgio I introduziu-a, no século VII, em Roma e em todo o Ocidente. A data de 8 de setembro foi fixada com referência à data da Dedicação pelo patriarca Juvenal da antiga Igreja bizantina de «Santa Maria onde Ela Nasceu». É bom sabermos, amados irmãos e irmãs, que, não obstante as inúmeras dificuldades, os cristãos, de século em século, continuamente, desceram a este lugar santo, muitas vezes arriscando a vida, para aí venerar a Virgem Santa Maria Onde Ela Nasceu.
  1. Entrai então outra vez no nosso Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Fixai bem o olhar em Nossa Senhora dos Remédios, e vede com o coração o seu regaço maternal, a sua dedicação total àquele menino que ternamente acalenta e amamenta. Já sabeis, meus irmãos e irmãs, que os profetas (ouvimos hoje a lição de Miqueias 5,1-4) cantaram aquela Mãe e aquele Menino, porque há muito os traziam no coração. E eu também sei que aquela Mãe sempre solícita, feliz e encantada, às vezes triste, tem lugar garantido no vosso coração, e o quadro com a sua imagem está seguramente colocado em vossa casa, em lugar de destaque, entre os quadros dos vossos familiares mais queridos. A mesma coisa fez Mateus, no bocadinho do Evangelho que hoje foi proclamado (Mateus 1,1-23), entregando-nos um belo colar cheiinho de nomes, que ele sabiamente entretece e leva até José, Maria e Jesus.
  1. Enquanto reparais bem na imagem de Nossa Senhora dos Remédios, que hoje nos vai acompanhar o dia inteiro, que amamenta no seu seio maternal o Menino Jesus, ouvi e meditai bem estas impressionantes palavras de Isaías: «Alegrai-vos com Jerusalém,/ rejubilai com ela todos vós que a amais;/ regozijai-vos com ela, sim, regozijai-vos,/ todos vós que fizestes luto sobre ela,/ pois mamareis e saciar-vos-eis do peito da sua consolação,/ pois sugareis e vos deleitareis da sua mama gloriosa.// pois assim diz o Senhor:/ “Eis-me a estender para ela a paz como um rio,/ e como uma torrente a transbordar a glória das nações./ Sereis amamentados,/ levados sobre os flancos,/ e sobre os joelhos acariciados.// Como um filho (’îsh) que a sua mãe consola,/ assim Eu vos consolarei;/ sim, em Jerusalém sereis consolados”» (Isaías 66,10-13).
  1. Se ouvistes bem, então reparastes que Jerusalém é apresentada como uma mãe, e que esta mãe tem todos os traços de Nossa Senhora dos Remédios, que amamenta e acalenta os seus filhos. Mas tereis reparado ainda que também Deus aparece dito com traços paternais e maternais, mais maternais que paternais, pois assume sobre si o papel de uma Mãe, daquela Mãe, que consola o seu filho, os seus filhos, como Nossa Senhora dos Remédios. E o belíssimo texto diz ainda que este filho, ou estes filhos que Deus, como uma Mãe, consola, já não são propriamente bebés, mas gente crescida (’îsh, e não yôneq). Sim, meus amados irmãos e irmãs, Deus cuida de nós, que estamos aqui, à maneira maternal de Nossa Senhora dos Remédios. Por isso, nos dirigimos com confiança a este Santuário.
  1. Que Deus vos abençoe e vos guarde, irmãos e amigos. Que Maria, Nossa Senhora dos Remédios, vos faça sentir, viver e transmitir a sua ternura maternal. Amen.

 

Lamego, Solenidade de Nossa Senhora dos Remédios, 8 de setembro de 2014

+ António, vosso bispo e irmão