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17

Abr

2015

Aniversário natalício de D. António Couto, Bispo de Lamego

D. António José da Rocha Couto:

Data Nascimento: 18 de abril de 1952.

Naturalidade: Vila gay movie Boa do Bispo, Marco de Canaveses, Porto

Ordenação Sacerdotal: 3 de dezembro de 1980, em Cucujães.

Nomeação episcopal: 6 hamster mobile porn de julho de 2007, para Bispo Auxiliar de Braga.

Ordenação Episcopal: 23 de setembro de 2007, no Seminário das Missões, Cucujães, Oliveira de Azeméis.

Nomeação para Bispo de Lamego: 19 gay fuck de novembro de 2011.

Tomada de Posse: 29 de janeiro de 2012.

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Foi nomeado pelo Papa Bento XVI como Bispo titular da Diocese de Lamego, sucedendo a D. Jacinto Botelho.

A 2 de Outubro de 1963 entrou no Seminário de Tomar, da Sociedade Portuguesa das Missões Ultramarinas, hoje Sociedade Missionária da Boa Nova.

Recebeu a ordenação sacerdotal em Cucujães, em 3 de Dezembro de 1980.

Os primeiros anos de sacerdócio foram vividos no Seminário de Tomar, acompanhando os alunos do 11.º e 12.º anos. No ano lectivo de 1981-1982 foi Professor de Educação Moral e Religiosa Católica na Escola de Santa Maria do Olival, em Tomar.

Em 1982 fez o curso de Capelães Militares, na Academia Militar, e foi nomeado capelão militar do Batalhão de Serviço de Material, do Entroncamento, e, pouco depois, também da Escola Prática de Engenharia, de Tancos.

Transferiu-se depois para Roma, para a Pontifícia Universidade Urbaniana, onde, em 1986, obteve a licenciatura canónica em Teologia Bíblica. Na mesma Universidade obteve, em 1989, o respectivo Doutoramento, depois da permanência de cerca de um ano em Jerusalém, no Studium Biblicum Franciscanum.

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No ano lectivo de 1989-1990 foi professor de Sagrada Escritura no Seminário Maior de Luanda.

Regressou então a Portugal, e foi colocado no Seminário da Boa Nova, de Valadares, com o encargo da formação dos estudantes de teologia.

É gay anime professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, núcleo do Porto, desde o ano lectivo de 1990-1991. De 1996 a 2002 foi Reitor do Seminário do Seminário da Boa Nova, de Valadares. Foi também Vigário Geral da Sociedade Missionária da Boa Nova (SMBN) de 1999 a 2002, ano em que foi eleito Superior Geral da mesma Sociedade Missionária da Boa Nova, cargo que ocupou até à data da sua Ordenação Episcopal, em 23 de Setembro de 2007.

A SMBN é composta por sacerdotes diocesanos e leigos que se consagram à evangelização. Surgida em Portugal em 1930, dedica-se à evangelização ad gentes em Moçambique (desde 1937), Angola (desde 1970), Brasil (desde 1970), Zâmbia (desde 1980) e Japão (desde 1998).

Em 2004, João Paulo II nomeou-o membro da Congregação para a Evangelização dos Povos.

D. António Couto é colaborador do Programa ECCLESIA (RTP2), da Igreja Católica, tendo colaborado regularmente desde 2003, na sua qualidade de biblista.

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É nude celebrities autor dos seguintes livros: Até um dia (poemas) 1987; Raízes histórico-culturais da Vila Boa do Bispo (1988); A Aliança do Sinai como núcleo lógico-teológico central do Antigo Testamento (tese de doutoramento), 1990; Como uma dádiva. Caminhos de antropologia bíblica, 2002 (2.ª edição revista em 2005); Pentateuco. Caminho da vida agraciada, 2003 (2.ª edição revista, 2005); Estação de Natal (2012); Vejo um ramo de amendoeira (2012); O livro do Génesis (2013); A nossa Páscoa (2013); Quando Ele nos abre as Escrituras. Domingo após Domingo. Ano A (2013); Introdução ao Evangelho de São Mateus (2014). Quando Ele nos abre as Escrituras. Domingo após Domingo. Ano B (2014). Os desafios da Nova Evangelização (2014). Introdução ao Evangelho segundo São Marcos (2015) celebrity porn E também autor de inúmeros artigos em enciclopédias, colectâneas e revistas.

É também presença habitual na Internet. Exemplo disso é o concorrido blogue MESA DE PALAVRASaqui, onde propõe as diversas reflexões dominicais.

 

14

Abr

2015

D. António Couto na Ecclesia: a Diocese de Lamego

Depois dos programas sobre a Paixão de Jesus e da Semana Santa e sobre a Ressurreição de Cristo, este terceiro programa da Ecclesia com D. António Couto é dedicado à Diocese de Lamego... visitas pastorais, vivência da fé, tradição, matrimónios, batizados, emigração...

 

06

Abr

2015

D. António Couto na Ecclesia: Ressurreição de Cristo

D. Hardcore Porn António Couto foi convidado especial do Programa da Igreja Católica na RTP 2, Ecclesia, abordando a Paixão e Morte de Jesus Cristo, em programa emitido em Sexta-feira Santa, no passado dia 3 de abril, e o mistério da Ressurreição, programa emitido em Segunda-feira de Páscoa, 6 de abril. Aqui disponibilizamos esta segunda entrevista com o nosso Bispo:

 

 

05

Abr

2015

HOMILIA DE D.ANTÓNIO COUTO NA VIGÍLIA PASCAL

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NA NOITE SANTA 

  1. «Este é o Dia que o Senhor fez!» (Salmo 118,24). Aleluia! Este é o Dia que o Senhor fez para nós! Aleluia! Este é o Dia em que o Senhor nos fez! Aleluia! «Por isso, estamos exultantes de Alegria» (Salmo 126,3).
  1. Este é o Dia em que desfiamos com amor o rosário das tuas maravilhas, tantas elas são, percorrendo a avenida florida das tuas Escrituras desde a Criação até à Páscoa, desde a Páscoa até à Criação. Tanto faz. Porque neste Dia novo, o tempo não nos mede e nos afasta e nos cataloga em séculos e milénios, mas põe-nos todos a conviver lado a lado. É assim que lemos e compreendemos que no teu «Filho amado», Jesus Cristo, Imagem tua e «primogénito dos mortos», «tudo foi criado» (Colossenses 1,16), «e sem Ele nada foi feito» (João 1,3). Lemos e compreendemos que o «teu Filho, Jesus Cristo, não foi Sim e não, mas unicamente Sim» (2 Coríntios 1,19). Passeámos assim no jardim da tua Criação boa e bela, visitámos as suas 452 palavras (Génesis 1,1-2,4a), e não encontrámos nelas um único «não». Se o teu Filho amado, Jesus Cristo, Imagem tua e primogénito dos mortos, foi sempre Sim e nunca não, e se foi n’Ele que foram criadas todas as coisas, então a Criação inteira tem também de ser Sim, Sim, Sim, e nunca não. Nós também, pois nos criaste à tua imagem.
  1. Que naked celebrities belo mundo novo, Senhor, quiseste depositar nas nossas mãos! Que grande Sim nos confiaste, Senhor, antes de nós merecermos de Ti qualquer confiança! Visitámos depois o Egipto opressor, e de lá, Tu nos libertaste, Senhor, fazendo-nos atravessar a pé enxuto o mar Vermelho, como se fosse uma «planície verdejante», segundo o belo dizer do Livro da Sabedoria (19,7). Vestíamos roupas brancas, trazíamos o coração em festa, e nos lábios um cântico novo, como sucede também ainda hoje, Senhor, neste Dia admirável da tua Ressurreição, em que cantamos outra vez com inefável alegria: «Minha força e meu canto é o Senhor! A Ele devo a minha liberdade!» (Êxodo 15,2).
  1. Com Isaías e Ezequiel, recordámos depois as paisagens tristes e sombrias do nosso exílio, mas também da tua admirável protecção. Diz uma velha história rabínica que, um dia, «os jovens perguntaram ao velho rabino quando começou o exílio de Israel. Ao que o arguto rabino terá respondido que o exílio de Israel começou no dia em que Israel deixou de sofrer pelo facto de estar no exílio». Compreenda-se, portanto, que o exílio verdadeiro não consiste simplesmente em estar longe de casa ou da pátria, mas sobretudo em tornar-se indiferente e insensível, sem causas, sem sonhos e sem esperas, sem Deus, gastando o nosso dinheiro com aquilo que não alimenta, e esquecendo o teu insistente convite: «Vinde e comprai sem dinheiro vinho e leite […]. Ouvi-me, ouvi-me, e comei o que é bom» (Isaías 55,1-3). Era assim que andávamos, Senhor, perdidos longe de ti e longe de nós. Mas também lá, à perdição em que andávamos, chegou a tua mão criadora, redentora, libertadora e carinhosa, e reconstruíste a nossa vida sobre a alegria, embelezaste o nosso rosto com óleo perfumado, e vestiste-nos com a veste branca dos teus filhos. E como se isto não enchesse a medida do teu amor sempre sem medida, ainda fizeste connosco uma Aliança nova, e deste-nos, não apenas roupa nova, mas também um coração novo e um espírito novo (Ezequiel 36,16-28).
  1. Coração novo, música nova, ensinada pelos Anjos nos campos de Belém: Gloria in excelsis Deo! Outra vez lado a lado, oh milagre da Escritura Santa, dois acontecimentos no tempo separados: o nascimento de Jesus e a sua morte e Ressurreição: os mesmos Anjos, as mesmas faixas a envolver o Menino e o Crucificado, o Menino deposto na manjedoura, o Crucificado deposto no sepulcro. Extraordinária acostagem do Menino e do Crucificado. E S. Paulo a descodificar o nosso Baptismo, pelo qual somos sepultados com Cristo, para com Ele ressurgirmos para uma vida nova (Romanos 6,3-5).
  1. E assim chegamos sempre ao Ressuscitado. Àquele Jesus Cristo, Crucificado, Morto e Sepultado, segundo as Escrituras, que se levanta do chão raso e da folha plana de papiro ou de papel, elevando a humana vida e a inteira Escritura à sua Plenitude. Era, na verdade, muito grande aquela pedra que barrava a entrada e a saída do sepulcro (Marcos 16,3-4). Quem a pode retirar? A pedra da morte é sempre intransponível para as nossas forças. Tem, por isso, de ser trabalho de Deus. É assim que as mulheres que vão de madrugada ao sepulcro, veem com espanto a pedra do sepulcro retirada para sempre (apokekýlistai: perf. pass. de apokylíô), e, entrando, veem, com não menor espanto, um Anjo teu vestido de branco, sentado do lado direito.
  1. A pedra muito grande retirada, no tempo perfeito, representa a porta da habitação da morte para sempre aberta. O modo passivo (passivo divino ou teológico) do verbo revela que um tal operar é coisa só Deus. O teu Anjo, «sentado», indica que tem autoridade para falar das tuas coisas. «O lado direito» é o lado favorável (Marcos 12,36; 14,62), e sugere que o teu Anjo é portador de boas notícias, vindas de Ti. A cor branca é a cor celeste (Marcos 9,3). Só de Ti e do teu Anjo pode vir este dizer com autoridade: «Procurais Jesus de Nazaré, o Crucificado? Ressuscitou; não está aqui (...). Ide dizer aos seus discípulos e a Pedro que Ele vos precede na Galileia. Lá o vereis, como vos disse» (Marcos 16,6-7). Ao mandar levar a notícia aos seus discípulos, acrescenta especificamente o nome de Pedro. É como que o reconhecimento de que o arrependimento de Pedro pela sua tríplice negação (Marcos 14,66-72) foi aceite. É quase como dizer que, ao contrário do «não conheço esse homem», de Pedro a respeito de Jesus (Marcos 14,71), Jesus manda dizer, por meio do Anjo: «mas Eu conheço-te, Pedro, e ver-me-ás de novo»! Fica ainda claro que o Ressuscitado nos precede sempre, e que, portanto, o nosso verdadeiro lugar é sempre «atrás d’Ele», pois é Ele o Caminho, e permanece sempre o único Senhor da nossa vida.
  1. À flor do texto do Evangelho de Marcos, que estamos a seguir, as mulheres atravessam dias intensos e silenciosos. Na verdade, durante o inteiro relato da Paixão e agora junto do túmulo e depois, elas não falam. Limitam-se a ver, com o verbo theôréô, que é um verbo de observação atenta e amorosa, desde a crucifixão e morte de Jesus (Marcos 15,40), passando pelo seu sepultamento (Marcos 15,47), até ao avistamento da pedra muito grande para sempre retirada (Marcos 16,4). Ouvem as notícias e as ordens do Anjo, mas continuam em silêncio, mesmo quando o Anjo as manda ir dizer. O narrador informa-nos, com rigorosa precisão, que as tinha (eíchen autás) um tremor e assombro, e a ninguém disseram nada (Marcos 16,8). Não são elas que têm tremor e assombro: elas não são o sujeito; é o tremor e o assombro que as tem a elas, experiência desconcertante e incontrolável, corporal e mental, que as afeta desde fora. Sujeito Deus. Ele é sempre o verdadeiro sujeito de cada maravilha que nos ultrapassa e nos transforma. Já hoje cantámos por duas vezes: «Minha força e meu canto é o Senhor!» (Êxodo 15,2; Isaías 12,2).
  1. O relato evangélico é sóbrio, mas rico e denso. Fiel a esta intensa sobriedade, a arte cristã nunca se atreveu a representar a ressurreição antes dos séculos X-XI. É tal o fulgor da Luz deste mistério, que ficará sempre no domínio do inefável, que simultaneamente ilumina e esconde. É por isso que a Paixão é um relato, mas a Ressurreição, que põe fim ao relato, só nos pode chegar como Notícia, vinda de fora, como a Aurora. E o Ressuscitado, nas suas aparições ou manifestações, não mostra o Rosto. Mostra as mãos e o lado. É esta a sua verdadeira identidade: vida dada por amor, para sempre, para todos.
  1. É por isso que esta Noite é uma fulguração de Luz e Lume novo. Desde as brasas acesas, ao Círio Pascal aceso, ao nosso coração aceso como o dos discípulos de Emaús. É também por isso que o Baptismo começou por ser chamado «Iluminação», sendo a Vigília Pascal também a grande Noite Baptismal. E cada baptizado levará para sempre a arder dentro de si este Lume sempre Novo e incontrolável.
  1. Ilumina, Senhor, a tua Igreja Santa, e os seus novos filhos que hoje nascem na fonte baptismal. Que os nossos passos sejam sempre firmes, e o nosso coração sempre fiel e ardente. Vem, Senhor Jesus! Aleluia!

 

Lamego, Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor, Vigília Pascal

+ cartoon porn videos António, vosso bispo e irmão

 

04

Abr

2015

D. António Couto na Ecclesia | a Paixão de Jesus

Programa naked celebrities da Igreja Católica na RTP 2, Ecclesia, na Sexta-feira Santa, 3 de abril, dedicado às celebrações da Semana Santa, especialmente à  Paixão de Jesus, tendo o nosso Bispo como convidado especial: